Não sei por que, sorri de repente.

E um gosto de estrela me veio na boca.
Eu penso em ti, em Deus, nas voltas inumeráveis que fazem os caminhos.
Em Deus, em ti, de novo.
Tua ternura tão simples.
Eu queria, não sei por que, sair correndo descalço pela noite imensa.
Mário Quintana

Noturno

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