Sonhos

Todos nós temos tantos sonhos, não é mesmo? Quantas aspirações, desejos etc. etc…. Mas o que realmente fazemos para que eles se tornem realidade? Quantas barreiras teremos que ultrapassar para concretiza-los? Teremos força o suficiente? Teremos coragem o suficiente?

Realmente são perguntas muitas vezes difíceis de encontrar uma resposta.

Convido você a assistir esse curto filme que expressa exatamente o que estou tentando fazer com você, caro leitor, que você possa refletir:

Nota: o Quivi ou Kiwi, como é popularmente conhecido, é uma ave que não voa, tem hábitos noturnos e vive em um buraco no solo.

Não é incrível, emocionante, ou qualquer outro adjetivo que venha a sua mente? Vocês puderam observar que uma minúscula parte da asa foi se desenvolvendo? Imagino que isso não possa acontecer para a ave realmente, mas o vídeo nos leva a crer que nós mesmos podemos ter limitações que podem sim ser ultrapassadas com muita perceverança e fé.

Recebi esse presente ao término de um curso de rápida duração e fiquei muito impressionada com seu significado. Quantas vezes deixamos de lutar e de travar batalhas para que nossos sonhos fossem alcançados, porque estavamos cansados, desmotivados, por medo ou por pura preguiça?

Vamos lá, caro leitor, levantar todas as manhãs e dizer: hoje é meu dia!!!

Lembre-se de Gandhi: Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer.

Desejo-lhe uma vida cheia de sonhos… Muita luta e conquistas!

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O que não tem remédio remediado está

O peso de uma escolha nem sempre tem a carga que podemos carregar. Escolhemos pois temos que viver, temos que seguir em frente. Se não decidirmos qual caminho acreditamos ser o correto, não há caminho, não há estrada e consequentemente faremos uma escolha: a de não fazê-la. O que não tem remédio remediado está? Pois é, mais ou menos assim.

Quando eu escolhi ser quem eu sou pode ter sido uma decisão sem muito raciocínio ou planejamento, sem muito esforço do meu pensamento, mas com certeza foi fruto do que existe dentro do meu coração, de minhas crenças e crédulos que adquiri com o passar dos anos.

Uma pena que nossas escolhas muitas vezes não causam uma boa impressão para as pessoas que estão ao nosso redor. É claro, uma decisão baseada em sentimentos negativos não podem resultar em boas consequências.

Certa vez li num livro a sequinte sabedoria: temos que parar de julgar os outros pelas suas ações e de nos julgar pelas nossas intenções.

Ser justa nem sempre foi meu forte. Talvez porque existe uma força dentro de mim maior que eu mesma que me deixa cega, surda e não muito muda, pois acabo falando até demais.

Também porque coloquei em meus pensamentos que não sou eu quem fará justiça, mas aí são coisas completamente diferentes. Eu julgo muito – o que me desmoraliza perante a mim e a Deus. E é engraçado pois eu sei exatamente o que devo fazer mas eu não consigo. Na hora da decisão, da escolha, eu escolho não ser quem eu escolhi ser. Eu sou completamente diferente. Eu opto por outra personalidade, um outro ser.

Por isso a devisão se tornar tão difícil. Aqui, no papel, mais calma, eu sou eu.

De um tempo para cá eu acrescentei mais um sonho à minha lista imensa: de que um dia as pessoas possam entender ou compreender minhas escolhas. Que elas possam me perdoar ou apenas dizer “tudo bem”. Quem sabe assim eu consigo me olhar no espelho com mais dignidade, com mais tranquilidade.

O tempo passa, nós envelhecemos, mas as marcas em nosso corpo não desaparecem, elas apenas ficam enrugadas e um pouco sem cor ou forma. Mas basta olha-la para sentir o que eu queria esquecer.

Nada é para sempre, nem as encrencas. ~ CC

#CCS