Equilíbrio

eqO que o ser humano constrói, ele mesmo destrói. Ele cria rótulos, apelidos, ofende, magoa, exclui, rejeita, abandona, fere, mata. Lança palavras ao vento ou até mesmo cria infinitos silêncios.
Como pode caber tantos sentimentos ruins em uma só pessoa? Como alguém pode não notar o quanto fere ou feriu alguém?
O ser humano “bom” está em extinção. O que é moda agora é falar palavrão, é ser individualista, materialista e narcisista. É vencer a qualquer custo. É fechar os olhos e fingir que aquela pessoa “indesejável” não está ali. É sentir dó e conformar-se – “não posso fazer nada”.
Eu sei que eu também tenho parte desse monstro dentro de mim. Monstro esse que cria raízes, cria péssimos hábitos no ser humano. Desprezamos porque somos desprezados. “Olho por olho, dente por dente”… Mas nos esquecemos que um erro não justifica o outro. “Mas por que fazer o certo se todo mundo faz o errado e não há penalização?” As pessoas usam as outras como muletas, como apoio nas suas escolhas ruins, para justificar, para confirmar muitas vezes algo que envergonha-se de admitir que foi feito por escolha própria.

Agora, como virar esse jogo? Tendo atitudes positivas, verdadeiras. Você não é “todo mundo”, faça o que tiver que ser feito, sempre pensando no coletivo, mas nunca se esquecendo de você. É criar um equilíbrio sem tendenciar nem ao “puritano” nem ao “lado escuro da força”.
É viver em paz consigo e com os outros. É sonhar e viver esse sonho, sem esbarrar no crescimento do próximo.

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